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William Baglione

William Baglione

 

O senso comum prega que a arte não paga as contas, mas o curador William Baglione trabalha virtuosamente contra essa corrente. A relação com a cultura urbana está em sua vida desde que ele se entende por gente – ele é irmão e agente de Herbert Baglione, um dos protagonistas da história do grafite mundial.

Mas, por ironia do destino, foi a sua carreira iniciante no mercado financeiro que o ajudou para que se tornasse um nome referencial em termos de arte e cultura urbana no Brasil e no mundo.

Foram sete anos atuando em um banco até deixar tudo para trás e se mudar para a Austrália por poucos meses. Quando voltou, nasceria o coletivo de artistas Famiglia (2005 – 2012). Durante esse tempo, Baglione administrou a carreira de oito proeminentes artistas em exposições, obras para colecionadores e trabalhos publicitários, dentro e fora do país. Foi responsável por exposições feitas em museus, centros culturais e galerias de Los Angeles, Miami, Nova York, São Francisco, Las Vegas, Tóquio, Roma, Modena, Brighton, Noruega, Madri, Barcelona e Moscou.

Ao longo dos anos, seu currículo só aumentou: foi curador da edição dedicada à arte brasileira da revista “Juxtapoz”, a bíblia da cultura urbana nos Estados Unidos. Também foi curador de eventos realizados pela Embaixada do Brasil em Moscou e em Londres, levando artistas brasileiros para representar o país nas capitais.

No início de 2013, William Baglione foi curador da exposição SOS Racisme, com cunho beneficente, realizada no Palais de Tokyo, em Paris.

Entre os anos de 2013 e 2014 prestou consultoria para o documentário “South American Cho-Low”. Atualmente, o documentário roda pelos festivais nos EUA e figurou em matéria especial no jornal “The New York Times”.

Atualmente, Baglione é fotógrafo com trabalhos autorais expostos em cidades da França e São Paulo. Trabalha como curador independente em um novo espaço multicultural Johnnie Wash e para um novo empreendimento da Odebrecht com obra permanente em painel de azulejo do artista Flávio Samelo (ambos em São Paulo). Também é fundador da Society Under Construction (S.U.C) trabalhando como Creative HeadHunter na produção de conteúdo audiovisual; e permanece agente do irmão, Herbert, relação profissional que mantém desde 1994.

Toda essa trajetória reflete no seu trabalho dentro do FreakMarket. Seu processo de escolha das peças, cuja escolha será especificamente de trabalhos artísticos originais, certificadas e de edições limitadas, é intuitivo e baseado na experiência de décadas no meio artístico. A seleção, contudo, não contempla apenas objetos como gravuras e painéis, mas também camisetas customizadas, serigrafias e prestação de serviços (pintar um painel dentro de uma casa ou empresa, por exemplo).

Seu método de trabalho no FreakMarket é profundo e contrasta com outros tipos de curadoria no mercado. A vivência de décadas no mercado e o relacionamento com artistas durante esse tempo o fazem um catalisador de talentos e um filtro para o público consumidor.

Embora o formato de negócios seja inovador no Brasil, para ele, o FreakMarket se diferencia pelo investimento em qualificação de pessoas, em ferramentas tecnológicas e, principalmente, por possibilitar o encontro de uma grande quantidade de artistas diversificados. Ou seja, três gerações da street art brasileira, em trabalhos de diferentes escalas de valores, estarão acessíveis ao público.

Baglione também produzirá textos mensais para o blog do FreakMarket com o intuito de divulgar artistas veteranos ou que estão despontando no circuito. Numa segunda etapa, seus planos para o futuro são grandiosos: organizar meetings com artistas e experiências fora da internet por intermédio do FreakMarket – fazendo o registro disso como um conteúdo do marketplace e abrindo novos horizontes para os artistas no Brasil e no mundo.

 
 

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